Notícias

O que você quer ser quando... envelhecer?

03/09/2014 – Valor Econômico

Por Karla Spotorno | Para o Valor, de São Paulo

Decifrar para educar

26/08/2014 – VALOR ECONÔMICO

Por Luciana Seabra | De São Paulo

Como sair de uma vez por todas das dívidas

25/08/2014 – VALOR ECONÔMICO

Por Consultório financeiro

Fiz dívidas no cartão de crédito e no consignado. Em outras palavras me descontrolei e estou mantendo meu padrão de vida, mas minha família não sabe da minha situação. Neste momento crítico minha filha fará 15 anos e quer dar uma festa, cujo orçamento equivale a 4 meses do meu rendimento. Gostaria de uma orientação para sair dessa situação e conseguir colocar minha vida financeira em ordem novamente.

Lavínia Martins, CFP, responde:

Previdência (I): cálculo da contribuição

13/08/2014 – VALOR ECONÔMICO

Por Fabio Giambiagi

Inicio hoje um conjunto de 8 artigos (um por mês) para compartilhar com os leitores as preocupações resultantes dos efeitos da queda dos juros sobre os requisitos contributivos do sistema de Previdência Complementar, quando os juros de longo prazo voltarem a cair no Brasil, talvez em 2016.

Quanto dinheiro é necessário para ser feliz após parar de trabalhar?

11/08/2014 – VALOR ECONÔMICO

Por Mark Miller | Da Reuters, de Nova York

Pode ser verdade que o dinheiro não pode comprar amor, mas será que ele pode comprar felicidade na aposentadoria? Muitas pessoas diriam que pode, mas o especialista em planejamento financeiro Wes Moss quis os detalhes: Quanto dinheiro, exatamente, é necessário para se aposentar feliz? Existe relação entre felicidade e o tamanho do pé-de-meia do aposentado?

Todos os indicadores apontam piora significativa

01/08/2014 - VALOR ECONÔMICO

Por Ribamar Oliveira | Brasília

Os dados sobre as contas públicas divulgados ontem pelo Banco Central são preocupantes. Eles mostram uma piora significativa de todos os indicadores fiscais do país no primeiro semestre deste ano. No período, o déficit nominal de todo o setor público (conceito mais utilizado no mundo, pois considera o pagamento dos juros das dívidas públicas) atingiu 3,61% do Produto Interno Bruto (PIB), face a 2,82% do PIB nos primeiros seis meses de 2013.

Fundos de pensão voltam a bater metas no semestre

29/07/2014 – Valor Econômico

Por Thais Folego | De São Paulo

Depois de um péssimo 2013, quando tiveram perdas contábeis bilionárias, os fundos de pensão conseguiram superar suas metas de rentabilidade no primeiro semestre graças ao bom desempenho da renda fixa, que foi a vilã do setor no ano passado. Cerca de 60% do patrimônio de R$ 640 bilhões das fundações estão aplicados em renda fixa, a maior parte em títulos do governo de prazos longos indexados à inflação.

Renda fixa garante meta de fundos de pensão no semestre

29/07/2014 – Valor Econômico

Por Thais Folego | De São Paulo

A maior parte dos fundos de pensão conseguiu bater suas metas de rentabilidade no primeiro semestre deste ano graças ao bom desempenho da renda fixa, que foi a vilã do setor em 2013. Cerca de 60% do patrimônio de R$ 640 bilhões das fundações estão aplicados em renda fixa, a maior parte em títulos do governo de prazos longos e indexados à inflação.

Fundações diversificam e compram ações no exterior

29/07/2014 – Valor Econômico

Por Thais Folego | De São Paulo

Com a bolsa brasileira vacilante nos últimos anos, os fundos de pensão começaram a diversificar sua carteira de ações no exterior. Após as grandes fundações terem dado o primeiro passo nessa direção no começo deste ano, agora as entidades de menor porte começam a fazer o mesmo movimento.

Fundos de pensão superam ganhos de PGBLs e VGBLs

16/07/2014 – Valor Econômico

Por Sérgio Tauhata | De São Paulo

Pelo fato de partilharem a mesma natureza complementar em relação à previdência oficial concedida pelo INSS, os sistemas fechado e aberto podem confundir os participantes. O primeiro engloba os chamados fundos de pensão. São planos criados por empresas e voltados exclusivamente aos funcionários. Em geral, o modelo engloba, além dos aportes dos contribuintes, uma contrapartida do empregador, que varia de 50% a até 150% de cada salário ao longo do período de poupança.